Na revista Atlântico, li a entrevista de Henrique Burnay a Maryam Rajavi.
Retiro as frases mais importantes que se encontram expressas no título da entrevista.
"o Irão terá a bomba nuclear em 2007;
o Irão é a maior ameaça para a paz no Médio Oriente e no Mundo;
o projecto nuclear faz parte da estratégia expansionista do regime iraniano;
uma intervenção militar externa não resolverá nada e a política de apaziguamento também não;
Maryam Rajavi, líder da resistência iraniana, acusa a Europa de falta de coragem e pede que retirem o seu movimento de oposição da lista de terroristas;
diz que não se pode perder mais tempo"
Quem é Maryam Rajavi? Veja na Wikipedia.
Provavelmente será interessante, isto é, de interesse, saber mais e relacionar o que se passa no médio oriente e nos países árabes versus políticas de apaziguamento da UE e EUA.
Observamos, na nossa imprensa, escrita e falada, comentários de jornalistas e fazedores de opinião que nos induzem em erro e que, por omissão, deixam temas, também de interesse, sem uma palavra.
Por outro lado, também, em muitos blogues, se inserem opiniões apaixonadas que, em nada, ajudam a perceber o que vai pelo mundo.
Então, sobre o conflito Israel-Líbano, tem sido um "fartar vilanagem"!
Parece que, quem emite opinião, vê sempre por um óculo; poucos são os que vêm por binóculos! Qualquer um, julga que está certo e então emite a sua opinião conforme a sua tendência de esquerda ou direita, socorrendo-se de conceitos que estão obsoletos, cheios de bolor, mau cheiro, que fizeram o seu tempo, aliás tempo perdido, tempo onde todos estavam contra todos.
Numa sociedade (refiro-me ao globo) em que prevalece o suborno, a corrupção, o crime representado pelo tráfico de drogas pelo tráfico de pessoas pelo tráfico de armas, o estado que burla o cidadão e o cidadão que burla o estado, levam-nos a desconfiar sobre a falta de visão política dos poderosos chefes políticos, isto é, os chefes não querem ou não podem implementar medidas que levem o mundo a tornar-se mais flexível evitando o recurso à guerra.
Ainda hoje, me pergunto, da razão que levou os EUA a invadir o Iraque, quando o Iraque era um contrapeso nas relações entre grupos étnicos!