Ontem, ao ler um post da “Internet para as Domésticas” então e não é que levei mesmo? no qual referia “a importância da falta de assunto na criatividade das pessoas chamadas Vitriólica C. O Rosiva que escrevem nos blogues" deixou-me a oportunidade de pegar na sua falta de assunto e recordar que nunca é demais abordar o tema terrorismo.
Terrorismo, que, prefiro classificar como guerra contra o ocidente, em nome do Islão, promovida por várias correntes, nas quais, porventura, se incluem estados reconhecidos como tal.
Penso que é altura de se determinar quem e qual é o inimigo, o seu potencial e os seus objectivos.
Trata-se de uma guerra nova, diferente, da guerra convencional entre estados e da guerra fria entre potências de ideologia oposta.
Os peritos em defesa terão de mudar a designação de “acto terrorista” para “ataque ao objectivo X” e os estados têm de mobilizar os seus recursos para um novo tipo de guerra. Nesta área, a globalização tem toda a razão de ser, promovendo uma relação entre os estados e o combate ao “inimigo”.
Discordo totalmente do Dr. Mário Soares e fico arrepiado quando o oiço dizer que é necessário negociar com os terroristas, saber o que eles querem e chegar a um entendimento. Ainda, há dias num programa da SIC Noticias o ouvi dizer que ele próprio negociou, a independencia de Moçambique, com os terroristas daquele território. Com todo o respeito, que me merece uma pessoa um pouco mais velha do que eu, diga-me o que tem a ver o cu com as calças. E, tal negociação não é exemplo.