Notícia do "Expresso" de 26 de Agosto de 2006
Dom Duarte de Bragança vai, quarta-feira, ao hotel Amazónia, no Jamor, tornar cavaleiros 47 elementos que integraram a selecção nacional de futebol que representou Portugal no Mundial da Alemanha........... todos serão condecorados com a insígnia da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, por «feitos notáveis prestados à pátria», tornando-se, desta forma, cavaleiros do reino.
Eu vi e ouvi na televisão, o lider da oposição, dr. Marques Mendes, criticando o governo pelas insuficiências e falta de medidas na prevenção ao combate dos incêndios. Bom, também vi e ouvi, quando o partido socialista era oposição, a mesma conversa de agora.
Com políticos desta envergadura, não vamos a lado nenhum, vamos sim para o túnel, donde não sei, se alguma vez se vislumbrará uma luz do seu fundo!
Eu não dou dicas para a resolução do problema, são aqueles mesmos políticos que têm obrigação de construir o plano, o projecto, o regulamento, o que fôr; é para isso que o estado lhes paga. E para o que fazem, estão principescamente pagos!
A notícia parece surpreendente!
Mas, se calhar não é. Aquele homem, que foi um gestor público, não aprendeu a gerir aquilo que lhe pertence?
Um homem da agricultura, da pecuária, do turismo! Como é possível, um homem com um "curriculum" invejável apresentar uma declaração de falência?
Magnífico texto de Miss Pearls.
Os adolescentes de hoje não percebem o significado daquelas palavras; e é pena!
A liberdade, a competição no trabalho, e outras coisas que foram transportadas para o tempo actual, fizeram perder tudo quanto era relacionado com aqueles tempos.
É melhor, é pior, não sei.
Só sei que é a evolução.
é uma boa notícia!
Desta vez é que as mulheres vão ver os seus direitos reconhecidos e mostrar ao povo do seu país quem é que tem "tomates"!
A lei da paridade tem o mérito de trazer as mulheres para a ribalta e segue na senda das revistas "côr de rosa" em que as mulheres aparecem a dar lições de urbanidade, de civismo, de comportamento e de presença na sociedade. Vejam os exemplos da Cinha Jardim, Lili Caneças, Bobone, e tantas outras, que agora não me lembro, e que têm igual mérito.
Ainda no que diz respeito à lei da paridade:
1º - Por acaso perguntaram às mulheres se elas concordam com a lei?
2º - Mas que paridade é esta, em que se joga na lei do terço! acho que devia ser lei da tercidade.
E já agora,
porque é que se constroe um prédio, a começar pelo telhado?
não seria melhor motivar as cidadãs e os cidadãos, no começo da adolescência, a interessarem-se pela "coisa comum" e mostrar-lhes que podem construir uma actividade profissional na administração pública?
Mas, atenção com os exemplos que lhes vão dar.....
Políticos há, havidos e por haver, que são exemplo daquilo que um político não deve ser.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Organização para Cooperação de Xangai
Criada em 1996 com o objetivo inicial de discutir assuntos de terrorismo, separatismo e fronteira no continente asiático, a SCO(Shangai Cooperation Organization, em inglês) tem seis membros permanentes, são eles: China, Russia, Kazaquistão, Tadjikistão, Kyrguistão e Uzbequistão.
Irã, Paquistão, Mongólia e Índia são membros observadores (Paquistão e Irã ja se preparam para serem membros plenos). E a Arábia Saudita já foi convidada a ingressar no grupo como observadora.
De acordo com o presidente Chinês, Hu Jintao, a SCO está comprometida com a paz e a prosperidade asiática.
Para informações detalhadas, consultar em inglês
O Irão continua na sua senda de conquistar terreno para ser líder na sua região. Resta saber se o Ocidente está distraido ou quer mesmo meter a cabeça na areia.
A pianista!
Diz-se dela que é virtuosa quando coloca os seus dedos sobre as teclas!
Mas a sua virtude é inábil quando os seus dedos pousam sobre os números que representam os milhões de euros que o Estado Português, isto é, os contribuintes, lhe entregou para gerir em obras sem fins lucrativos e das quais não foi capaz de prestar contas.
Diz ela "eu vim para o Brasil, vim para a Baía, para me proteger do mal que Portugal me estava a fazer"
É preciso desfaçatez! Então quem é que está a fazer mal? Quem é que está a fugir às responsabilidades?
Na revista Atlântico, li a entrevista de Henrique Burnay a Maryam Rajavi.
Retiro as frases mais importantes que se encontram expressas no título da entrevista.
"o Irão terá a bomba nuclear em 2007;
o Irão é a maior ameaça para a paz no Médio Oriente e no Mundo;
o projecto nuclear faz parte da estratégia expansionista do regime iraniano;
uma intervenção militar externa não resolverá nada e a política de apaziguamento também não;
Maryam Rajavi, líder da resistência iraniana, acusa a Europa de falta de coragem e pede que retirem o seu movimento de oposição da lista de terroristas;
diz que não se pode perder mais tempo"
Quem é Maryam Rajavi? Veja na Wikipedia.
Provavelmente será interessante, isto é, de interesse, saber mais e relacionar o que se passa no médio oriente e nos países árabes versus políticas de apaziguamento da UE e EUA.
Observamos, na nossa imprensa, escrita e falada, comentários de jornalistas e fazedores de opinião que nos induzem em erro e que, por omissão, deixam temas, também de interesse, sem uma palavra.
Por outro lado, também, em muitos blogues, se inserem opiniões apaixonadas que, em nada, ajudam a perceber o que vai pelo mundo.
Então, sobre o conflito Israel-Líbano, tem sido um "fartar vilanagem"!
Parece que, quem emite opinião, vê sempre por um óculo; poucos são os que vêm por binóculos! Qualquer um, julga que está certo e então emite a sua opinião conforme a sua tendência de esquerda ou direita, socorrendo-se de conceitos que estão obsoletos, cheios de bolor, mau cheiro, que fizeram o seu tempo, aliás tempo perdido, tempo onde todos estavam contra todos.
Numa sociedade (refiro-me ao globo) em que prevalece o suborno, a corrupção, o crime representado pelo tráfico de drogas pelo tráfico de pessoas pelo tráfico de armas, o estado que burla o cidadão e o cidadão que burla o estado, levam-nos a desconfiar sobre a falta de visão política dos poderosos chefes políticos, isto é, os chefes não querem ou não podem implementar medidas que levem o mundo a tornar-se mais flexível evitando o recurso à guerra.
Ainda hoje, me pergunto, da razão que levou os EUA a invadir o Iraque, quando o Iraque era um contrapeso nas relações entre grupos étnicos!