A propósito da regata da América, muita gente vem falando e penso que poucos sabem o que estão a dizer. Peço-vos para lerem o comentário do promotor português, porventura o único português verdadeiramente empenhado em trazer o evento para Portugal.
Tenho andado a passear pelos blogs dos meus companheiros e a verdade é que, sem dar po isso, o tempo passou; realmente isto é uma doença quase incurável. Sinto-me obrigado a vir aqui desabafar mas, é gratificante ler alguns textos que nos agradam e depois, comentário para aqui, comentário para ali, já não sobra para escrever o nosso próprio texto.
Enquanto fui fazendo uns trabalhos aqui na pacatez do meu escritório, a chuva a cair, com a tv ligada, fui ouvindo os noticiários e a opinião de alguns comentadores.
Se dormir não fosse uma actividade necessária, se calhar ficaria aqui a noite toda a escrever sobre as desgraças do mundo, a comentar sobre aquilo que os outros dizem, uns com razão, outros com visões alucinantes, outros sem razão, quase todos convencidos que a verdade está do seu lado.
Eu também tenho a minha verdade, que é a verdade do que acontece: bombas, destruição; a fome, as oligarquias; lutas corporativas, falta de competência; etc.
E a nossa terra? Orçamento para quê? Assembleia da República para quê? O povo vota para quê? Greves e lutas de interesses para quê?
Só pensar que poderíamos ser um dos países da Europa com melhor qualidade de vida!!!
Não é que este artigo tenha uma importância visível porque só fuma quem quere. E mais, há quem goste de fumar porque lhe dá prazer e tranquilidade; dizem isso dos que fumam charuto.
Para além do cigarrito, fui fumador de cachimbo; ainda tenho uma bateria de cachimbos, tenho livros sobre o cachimbo, e lembro-me bem do ritual que era fumar uma cachimbada, limpar o cachimbo, deixá-lo descansar pelo menos 2 dias, etc. Nunca fumei o mesmo cachimbo mais do que um dia; e depois o material descansava uma semana.
Então porquê este post? Porque tenho amigos que fumam e gostaria de os ver sem fumar. Os primeiros benefícios sâo, ausência do cheiro do tabaco em casa, na roupa, nos lençois e no hálito; e a porcaria nos cinzeiros cheios de beatas!!!
Proooonto.............. eu não bato mais!!!!
Emigrei, mas a saudade chega como a qualquer emigrante e vem a vontade de "matar saudades". Pela minha outra morada, a BlogA!?, tudo corre bem, é agradável ali participar do convívio com todos aqueles blogueiros e também se recebem conselhos como os do meu amigo Paulo que a seguir transcrevo, com a devida vénia:
"Pessoalmente, acho a ideia do nosso bom amigo do Ensaio de participar activamente no Bloga muito boa. Fica mais acompanhado - o que é para ele um conforto moral, eu sei: participar em projectos com outras pessoas fornece-nos um estímulo único. E os blogues colectivos fazem falta, temos poucos em Português. Mas... custe-me que abandone o Ensaio. Porque não o mantém - ainda que com menor produção? Não está escrito em lado nenhum que um blogger tem de publicar frenética e diariamente! Além disso não necessita diluir-se totalmente na equipa: pode publicar aqui e no Ensaio em simultâneo (é uma questão de copy+past), ou "teasers" no Ensaio com links para o Bloga, o que é uma boa solução de compromisso. Haverá um apagamento do Ensaio, naturalmente, mas fica ali como uma reserva. E com o seu passado intacto.
Não é exactamente um conselho: espero apenas contribuir com alguma luz para a sua decisão -- seja ela qual for merecerá o meu respeito."
E aqui estou eu. Na verdade é doloroso deixar aquilo que se cria, sobretudo quando há alternativas.
Também recebi o apoio da Catarina.Bem Haja.
Vou emigrar para a BlogA!?.
É um local com melhor paisagem, tem lá muita gente, tudo gente boa, dizem-me que há liberdade, não existem compromissos, enfim um lugar para se viver com qualidade de vida.
Agradeço que enviem a vossa correspondência para aquele novo lugar e se me quiserem visitar, já sabem é um grande prazer e, com aviso prévio, tenho muito gosto em vos acompanhar numa visita guiada.
Temos lugares de descanso, com jardins e passarinhos a chilrear, uma frondosa árvore que está mesmo em frente da minha janela, e há sempre disponibilidade para tomar um chá.
Então até sempre. Vosso
Manuel Marques
Um amigo meu mandou-me texto que segue, fiquei deliciado e não resisto à tentação de o pôr aqui no meu blog.
O Ensino da Matemática
Ensino nos anos 40/50
Um camponês vendeu um saco de batatas por 100$00.
As suas despesas de produção foram iguais a 4/5 do preço de venda.
Qual foi o seu lucro?
Ensino Tradicional - Anos 60
Um camponês vendeu um saco de batatas por 100$00.
As suas despesas de produção foram iguais a 4/5 do preço de venda, ou seja,
foram de 80$00. Qual foi o seu lucro?
Ensino Moderno - Anos 80
Um camponês troca um conjunto B de batatas por um conjunto M de moedas. O cardinal do conjunto M é de 100 e cada elemento de M vale 1$00.
Desenha o diagrama de Venn do conjunto M com 100 pontos que representam os elementos desse conjunto.
O conjunto C dos custos de produção tem menos 20 elementos do que o conjunto M.
Representa C como sub-conjunto de M e escreve a vermelho o cardinal do conjunto L do lucro.
Ensino Renovado - 1990
Um agricultor vendeu um saco de batatas por 100$00. Os custos de produção
elevam-se a 80$00 e o lucro é de 20$00.
Trabalho a realizar:
Sublinha a palavra "batatas" e discute-a com o colega de carteira.
Ensino Reformado - 2001
Um kampunes reçebeu um çubssídio de 50 euros para purdusir bué de çacos de
batatas o qual vendeo por 100 euros e gastou 80 euros.
Analiza o texto do iserçício, converte euros em escudos e em ceguida dis o que penças desta maneira de henriquesser.
Tenho lido com simpatia o GinTónico e porque ali se fala de assuntos que, normalmente, interessam a todos, sou um visitante assíduo. Se bem que, de um modo geral, eu concorde com o seu espírito crítico, isto não significa que não possa olhar o mesmo problema sob outro golpe de vista. Espanta-me que tenha poucos comentários aos seus posts; porque será?
Tenho descurado a inclusão de posts no meu blog. Mas, a verdade é que tenho visitado os blogs dos meus colegas e quando dou por mim, o tempo passou, às vezes horas, com prejuizo de outras coisas que me dão prazer, como ler, por exemplo. Tenho a descansar, em cima da minha secretária, 2 livros que, há muito tempo, deviam estar lidos e porventura, relidos.
Hoje, retomo o meu espírito crítico. É Sábado, já li o Expresso, é a síntese da semana e dá-me para recordar alguns factos que merecem um comentário.
O Expresso não é uma "biblia" mas para o jornalismo vigente, do mal o menos.
Embora, por norma, não perca tempo com pessoas menores, não deixo de referir o presidente do Futebol Clube do Porto pela provocação que utilizou nos convites pessoais para a inauguração do estádio.
Surpreendeu-me que a Dra. Leonor Beleza, uma Senhora com postura, tenha aceitado o convite e comparecido no estádio, para uma visita guiada, juntamente com outros deputados que viram injustificada a sua falta ao parlamento.
Não é com procedimentos semelhantes que a classe política readquire o seu prestigio, se é que alguma vez o teve.
E por falar em prestígio dos políticos, que tal a saga da jornalista? Maria Elisa!
Esta criatura de Deus esqueceu-se que os seus honorários são pagos pelo Orçamento do Estado, isto é, pelos cidadãos que não conseguem "fugir" aos impostos. Aquela mulher pensará que está acima do cidadão comum? E se calhar está.
Os estudantes universitários!
Espanta-me que a juventude de hoje, os homens de amanhã, despendam a sua energia em causas perdidas. Os estudantes universitários estão completamente equivocados com a sua bandeira de reivindicações.
Afinal o que importa aos estudantes? Não pagar propinas? E quem paga? O contribuinte, empregado por conta de outrem, que não pode fugir aos impostos. Então o conceito, utilizador pagador é só para as estradas?
Os estudantes porventura já pensaram que o mérito da sua universidade reside na sua autonomia? Que fizeram ou fazem os estudantes para lutar pela autonomia que está prevista na lei? Porque não lutam eles para que a lei seja cumprida? A Universidade é uma instituição séria que merece ser tratada seriamente por gente séria.
Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental.
Fique de olho em três dos seus amigos.
Se eles parecerem normais, o doido é você.
A deputada Natália Correia, escreveu e distribuiu no hemiciclo o poema que abaixo se transcreve, dedicado pela autora ao seu colega João Morgado.
Este parlamentar do CDS afirmara, numa intervenção sobre a questão do aborto, que o acto sexual só é justificável tendo por objectivo a procriação.
Dedicado ao deputado João Morgado
Já que o coito - diz o Morgado
Tem como fim cristalino
Preciso e imaculado
Fazer menina e menino,
E cada vez que o varão
Sexual petisco manduca
Temos na procriação
Prova que houve truca-truca.
Sendo pai de um só rebento
Lógica é a conclusão
De que o viril instrumento
Só usou - parca ração! –
Uma vez. E se a função
Faz o órgão - diz o ditado –
Consumada essa operação
Ficou capado o Morgado.
(Natália Correia)